segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Centenário da Casa da Flôr, São Pedro da Aldeia, 2023 - Sarau Poético

 


Sarau na Praça das Águas, eu com a escritora Suramy Guedes e o Secretário de Cultura Thiago Marques


CASA DA FLOR

Ouço o vento Sudoeste

cantar desde Cabo Frio,

no vento ruidoso de agosto...

Para mim,

olho de moinho é

miolo de margarida,

semeada em muros e paredes,

que amornecem meus dias....

Deito flor de cacos ao chão,

pedaços de pratos,

e suas pétalas pintam as pás

do doce moinho que gira,

empurrando o mar

para longe do sal.

Nas salineiras,

voam margaridas ao vento,

enquanto cultivo riqueza 

à entrada de minha casa pobre,

feita de caco, feita de cor.

É que anjos vivem de sonhos

e eu sonho com o vento

sussurrando no frio da lagoa,

que casa tem de ser assim:

tesouro com "coisinhas de nada",

no semeio da Região dos Lagos,

acolhendo visitantes,

do Brasil todo, e do exterior

à Casa da Flor.

Relíquia de Gabriel dos Santos,

de São Pedro da Aldeia,

o anjo que edificou.

@CrisDakinis

 

sábado, 29 de julho de 2023

Poema "Verso e reverso", de Cris Dakinis, selecionado pelo Concurso da Editora Arte da Palavra - 2023

 

Verso e reverso 

No meio do caminho
fui verso e reverso,
pedra angular e pedra tumular.
Fui dilema, problema e fadiga
dureza, cisco no olhar e aflição...
Mas também, no meio do caminho,
que Drummond não trilhou sozinho,
abrandei minha rigidez
e fui, ao menos uma vez,
algo plano, fui a esperança,
que o poeta revelou no atalho
sinuoso de sua pena, 
fui inspiração, sua obra, sua lide,
fui, enfim, a rocha e o senão,
no vértice de sua criação.

 (Poema já classificado em segundo lugar no Prêmio Paulo Setúbal, Tatuí, SP)


Conto: "Campeão", de Cris Dakinis - Menção Honrosa no 6.o Concurso de Contos e Crônicas de Ourinhos / SP, 2023

 

Campeão

 Nenhum sinal de chuva, céu claro, sem nuvens. Já amanhecia assim. À tarde, o azul vibrante ao alto coloria a vida. No verão, o vento soprava tímido, sem ajuntar nuvens para deitar uma gota sequer de chuvisco sobre o pó da estrada, conseguia, no entanto, abrandar o mormaço do fim de tarde e refrescar a noite. Foi nesse lugar que Simões e sua família instalaram-se quando chegaram de Portugal no período pós-guerra. Uma região com muita água nas redondezas, como bem explicava o nome indígena que lhe fora dado __ Iguaba.

Simões não se cansava de admirar Campeão. Este é o boi mais bonito que existe! E relembrava a infância, quando chegara com seus pais àquela cidade. Ele espiava bois ao longe, em pasto alheio. Debaixo do céu azul e sem nuvens, o vento sorrateiro lhe voava o chapéu e o pai ria. Bichos bonitos aqueles, filho! Um dia teremos os nossos. O menino Simões ficava a sonhar com o tal dia e calculava o espaço gramado ao redor da casa onde poderia criar um boi só dele, de estimação, chegando até mesmo a escolher o nome do animal com antecedência: Campeão. Talvez por relembrar conversas acerca dos rodeios que ouvira ainda pequenino na pátria deixada além-mar; talvez porque confundisse a rotina de um boi com a de um cavalo, sonhando com uma futura glória nos páreos.

A esposa chamou-o para ajudar a servir o almoço aos fregueses, despertando-o das antigas lembranças. No espaço avarandado, todas as mesas ocupadas. Trabalhadores famintos aguardavam a vez. Eram três horas seguidas em que ele e a patroa cuidavam de atender, deitando e recolhendo pratos às mesas. E eram as horas mais quentes do dia... O calor da cozinha se espalhava para a bancada de comida e para a varanda; e o calor do sol da tarde adentrava a casa toda. Todos os dias iguais, com exceção do domingo. A família cozinhando, lavando louça, fazendo o caixa, servindo. E as mesas de refeição ocupadas, lado a lado, sorrindo-lhes com o ganha-pão.

Junto com o boi Campeão, Simões adquiriu o Choquito, outro boi, que não era elegante como Campeão, mas que lhe rendeu o prazer do investimento, podendo, desta forma, chamá-los no plural de “bois”. Seu pai, a este tempo, avançado em idade, admirava o filho a falar da rotina do pasto, discutindo acerca de gado... Realmente, dizia o pai, Campeão tem porte de artista, é bem-apessoado, de pelo brilhante, um belo animal. Foi então que aconteceu uma reviravolta de ordem econômica a Simões, comprometendo-lhe o capital. Ainda bem que, àquela altura, ele já tinha o seu teto e comércio relativamente garantidos para si e para a família, porém sentiu nos ombros o peso que o pai antes conhecera na pátria lusa. Simões precisou levantar dinheiro extra para cumprir compromissos. E o resgate disponível era vender um boi. Resolveu então vender o Choquito.

Ainda cedo, céu azul e nenhuma nuvem.  Um vento morno vinha da lagoa próxima, se bom ou mau vento, Simões não sabia, mas avistou, enquanto cuidava do pasto, o comprador que lhe fora indicado para negociar. O gajo chegou. Ficou a olhar o Choquito por meio minuto. __ Quero o outro e pago bem. A surpresa quase derrubou Simões. Como assim, o outro? Por que não tivera a ideia de guardar o Campeão? Estava claro que aquele boi ia chamar mais a atenção do comprador... Mas onde se poderia esconder um animal tão grande? Tudo isso Simões se perguntou em silêncio. Se a surpresa quase o derrubou, a responsabilidade o reergueu.

Depois que Campeão partiu, Simões era só tristeza. Dava um dó tamanho vê-lo sem o Campeão. A esposa se afligia, o pai se inquietava, os filhos se calavam... Na manhã do terceiro dia sem o boi, Simões foi atrás do fazendeiro. Daria o Choquito em troca e pagaria um valor adicional, mas traria o Campeão de volta. O fazendeiro era um comerciante ocupado e não quis conversa de devolver boi. __ Que boi esse? Já foi para o abate! Não tem mais nenhum boi teu aqui...

Ao longe, o céu azul, nenhuma nuvem. O vento sobreveio ao chapéu, voando longe. Mais distante ficou a esperança de reaver o boi Campeão. Por fim, Simões resolveu fazer novo acordo com o mercador: entregaria o boi Choquito a ele e, se dentro de dois meses, Simões não pudesse dobrar o valor de Campeão em dinheiro para lhe pagar, ele então entregaria os dois bois ao negociante. Era uma insanidade, cogitava Simões. O pai deixou-o resolver sozinho, não queria interferir. A esposa olhava-o ansiosa. Todos em casa sabiam de uma coisa: ia faltar dinheiro se Campeão voltasse. Irrecusável a proposta, no entanto, o comprador de Campeão não o quis devolver, e por maldade, pura maldade __ para que avisou? __ Mandou comunicar que o boi iria para o abate.

Simões ouvia o boi mugir toda vez que ali chegava para tentar renegociar, e era bem possível que a sua imaginação o iludisse, fazendo-o imaginar ouvir as lamúrias do boi. Porém Simões pressentia que Campeão queria voltar para o pequeno e antigo pasto. E daí, ele decidiu-se por um ato de loucura: foi ao banco mais próximo e levantou a quantia do boi a juros altos, tomou do dinheiro vivo e voltou à fazenda do salafrário. Não ouviu mugido dessa vez e o seu coração apertou.

O céu azul, sem nuvem nenhuma, um vento morno na tarde avançada soprou da lagoa enquanto Simões almoçava, quando ouviu a pequena neta indagar se era verdade que ele não comia carne de boi. Ele relembrou o amigo Campeão, a antiga precisão do dinheiro, o comprador que dificultou seu sossego, o adeus. E sua vista embaçou as lentes dos óculos, refletindo a paisagem cercada pela lagoa salgada próxima. Ele meio que sorriu à curiosa menina, apontando para a boca cheia de comida que o impedia de responder.

(Conto já classificado em terceiro lugar no Prêmio Mário Quintana / Sisejufe / RS)


segunda-feira, 17 de abril de 2023

Dia do Livro Infantil e Dia dos Povos Indígenas

 18 de abril é o Dia do Livro Infantil e 19 de abril é o Dia dos Povos Indígenas. Escreva uma frase para este meu livro aqui na postagem nos dias 18 ou 19 para concorrer a um exemplar autografado. ;)





sexta-feira, 24 de março de 2023

Dia 15 de março é comemorado o dia do Caiçara, e a empresa SKI Banana do Caiçara, de Ubatuba, festejou com um poema meu.

Dia a dia de um caiçara

Disposto, o caiçara chega da lida
Seus pés marinados na água salgada
Tá rico! Deu conta da eterna jornada
Os dias de pesca é a rotina da vida
Em casa, a família espera com fome
Os filhos acodem e estendem a rede
Cai a chuva então: ói água pra sede!
O povo de casa se orgulha do nome
Desse pai caiçara, que dia a dia
Traz gosto, comida; traz o ganha pão
A mãe tá contente aguando a pia
Repleta de peixes pra trazer o tostão
Mais tarde, vai ele pra feira na praça
Os peixes regados são frescos do dia
Contente, o caiçara no seu dia a dia
Ao fundo, a lagoa: a fonte da graça!
Lá vem temporal! Pra casa então...
Em casa, o caiçara encontra os seus
Filhos festejando o banho dos céus
Patroa lavando o chão com sabão
Madruga com vento assanha a lagoa
Em pouco, o caiçara sairá pra pescar
Toma o seu café e um tasco de broa
Tá novo pra lida nas águas do mar
*Cris Dakinis


Publicado.no Diário do Grande ABC - SP e Revista Cabeça Ativa, março de 2023. E a notícia de Cris Dakinis:


https://www.dgabc.com.br/Noticia/3954559/o-drama-do-ihgsp-pro-memoria-sao-caetano-e-ai-o-ovo-que-vem-de-sao-vicente-thais-matarazzo-eterna 

"Depois dos chocantes escândalos da carne e do frango, o ovo inflacionou tanto, que nem as galinhas chocaram mais".

Fiquei contente com a publicação de meu micro na coluna "Memória" pelo jornalista Ademir Medici.

Muito obrigada, Ademir e Cláudia Brino!

Três anos depois do início da pandemia em março de 2020, quando se deu a Feira do Livro Double em São Pedro da Aldeia. Relembrando encontro literário lindo

 Dia produtivo na Feira de Livros de SPA, com a presença da Presidente da UBE-RJ Marcia Barroca, do presidente honorário Edir Meireles, de talentosos colegas de escrita e leitores de todas as idades. Além da organização impecável do stand da Secretaria de Cultura, coordenada pela querida e competente Rosângela Guimarães Rosangela Guimaraes Ribeiro.








Posse de Cris Dakinis como Acadêmica Correspondente da AFESMIL - ACADEMIA FEMININA SUL-MINEIRA DE LETRAS

 Dia 08/03 ganhou mais um significado lindo para mim. Tomarei posse como Acadêmica Correspondente da ACADEMIA FEMININA SUL-MINEIRA DE LETRAS (AFESMIL), Poços de Caldas / MG. Muito honrada e grata, AFESMIL! E celebremos nosso dia da mulher.






sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Prêmio Off Flip 2022, meu poema Moinhos - Cris Dakinis

 PRÊMIO OFF FLIP 2022 Poesia: meu poema Moinhos, vencedor do Prêmio Moutonnée 2021, também vencedor dentre os selecionados da antologia desta edição para a famosa Feira Literária de Paraty. Belíssima publicação com poetas maravilhosos!

Moinhos

 (De farinhas, moinhos e vidas)


Habito esperanças

enquanto derramo o leite

que jaz

na farinha do trigo

 e nas pás

pela massa que me cabe sovar


e salvar em plena quarentena.

 

Sou da massa que mal desperta, e

diante de mim, um cemitério que trabalhou noite e dia,

com as espátulas dos coveiros a plantar cruzes.

Manaus, caos, e cal...

 O sal de nossas lágrimas órfãs,

rega sementes de saudade.

 

Sentenças, centenas de milhares,

o luto a percorrer lares,

o pranto, a prece, a perda,

e umbral, gatilho do mal...

 

Mas a esperança resiste,

sobrevive, vacina, desarma,

lança do bem dentre moinhos,

abranda a dor, abre caminhos,

faz sorriso contornar máscaras,

para a massa respirar,

crescer e crescer,

e por fim,

continuar a viver.

(Cris Dakinis)





quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Premiação no Concurso Literário de Contos de Aparecida / SP - 2022

 Belíssima a cerimônia de premiação (link da organização no You Tube) do Concurso de Contos, realizada pela Secretaria de Cultura de Aparecida /SP.

Meu conto "Na eternidade iluminada" obteve o terceiro lugar.


quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Menção Honrosa na categoria soneto, pela Academia Madureirense de Letras, 2022

 É com imensa satisfação que recebo a notícia da classificação de meu "Soneto do poeta apaixonado" como Menção Honrosa da Academia Madureirense de Letras.

Soneto do poeta apaixonado

 

Quando o poeta pediu inspiração

Para compor um soneto de amor

A musa concedeu-lhe esse favor

Tocando as cordas de seu coração

 

E assim, o poeta cheio de paixão,

Em cada verso conseguiu expor

Seus sentimentos de prazer e dor

Que lhe habitavam a alma e a razão

 

Rimou em versos o estalar dos beijos

E um universo de íntimos desejos

Que um anjo arqueiro logo o invejou...

 

E comparando sons de gozo aos sinos

Com os seus sonetos reuniu destinos

Porque esse poeta, sim, amou, amou...

 


Menção Honrosa na Academia Madureirense de Letras - AML, 2022.


terça-feira, 16 de agosto de 2022

Meu soneto "Vida e obra" contemplado no Prêmio Henrique José de Literatura 2022

 Recebi a feliz notícia do terceiro lugar obtido por meu soneto "Vida e obra" no Prêmio Henrique José de Literatura. Link: https://iculturalbr.org.br/resultado/

Soneto:

Vida e obra

 

Toda vida faz um livro, uma história,

A cada dia, um novo desafio...

E tecemos... Tecemos fio a fio

As tramas publicadas na memória.

 

E as resenhas de insucesso ou glória

Ensinam a superar o fastio,

Reeditando um capítulo vazio

Com páginas, capa e dedicatória.

 

Por que desejar a longevidade?

Se a obra-prima é lavra de talento,

Nela se encontrará a imortalidade...

 

Um livro se abre e a vida se inicia,

Há linhas do registro ao testamento

Eis a vida real, eis a fantasia...


Cris Dakinis


(Terceiro lugar obtido no Prêmio Henrique José de Literatura, 2022)



quinta-feira, 23 de junho de 2022

"Soneto do Au-migo", de Cris Dakinis, declamado por Paulinha Azevedo

"Soneto do au-migo", em homenagem aos cães queridos 🐾🐾
É com imensa alegria que trago o link para o canal com os meus 15 sonetos premiados, declamados na voz da cantora Paulinha Azevedo e editados em vídeo por Ruivaco Produções - Thiago Ruivaco (ART Podcast Studio).
Este é o projeto17358, "Declamação de Sonetos em Vídeo por Cris Dakinis - Ana Cristina Mendes Gomes", aprovado e incentivado por #sececrj , #CulturaPresenteNasRedes2

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Publicação na coletânea de contos: "As Aparições de Nossa Senhora" - Cartola Editora

 Acabo de receber a publicação do meu conto "Mãe e filho" na primorosa coletânea "As aparições de Nossa Senhora" da Editora Cartola. Tudo lindo!





quinta-feira, 9 de junho de 2022

Aniversário 14 anos da Revista Cabeça Ativa, Tema: Doces

 Recebi o doce exemplar de aniversário da Revista Cabeça Ativa, da Editora Livros Costelas Felinas. Obrigada pela publicação de meu trabalho, bem acompanhada, sempre!






segunda-feira, 16 de maio de 2022

405 anos da Cidade São Pedro da Aldeia - Projeto "Declamação de Sonetos em Vídeo de Cris Dakinis"

 Para comemorar o aniversário de nossa cidade, a Secretaria de Cultura do Estado do RJ me entrevistou e publicou esta matéria.

FELIZ ANIVERSÁRIO, CIDADE DE SÃO PEDRO DA ALDEIA!


Hoje é dia de São Pedro da Aldeia! Cidade acolhedora e histórica, da baixada litorânea do Rio de Janeiro, está completando 405 anos.
✨ Para comemorar o aniversário da cidade, a #EquipeSececRJ bateu um papo com a escritora Cris Dakinis e contemplada no nosso edital #CulturaPresenteNasRedes2
➡️ Cris nos conta que em São Pedro da Aldeia é seu lar e que costuma retratá-la e nela se inspirar para boa parte de sua escrita.
📚 A escritora tem 10 livros para jovens adultos e infantis que foram produzidos e lançados por lá com a cooperação de colegas profissionais do município. Além de ter produzido eventos literários locais.
📌 O projeto a ser apresentado no edital será declamação de sonetos em vídeos escritos por ela, de temas variados, e premiados nos últimos dez anos.
🗣️ Os sonetos serão declamados na voz de uma cantora aldeense de destaque, Paulinha Azevedo, e com trabalho em vídeo, com imagens da região, elaboradas pelo video maker Thiago Ruivaco. Esta é uma tônica do projeto: mostrar sua produção cultural.
📲 Para conhecer o trabalho da Cris: @crisdakinis
Parabéns, aldeenses! 👏
#SececRJ #GovRJ #CulturaPresente








quarta-feira, 20 de abril de 2022

premiada no V Concurso Literário do Parque Arqueológico de São João Marcos

 Acabo de saber que meu Conto "Aquae Vitae" foi premiado em segundo lugar no V Concurso Literário do Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos / RJ. Felicidade! A cerimônia de premiação será em agosto próximo. O tema foi a Proclamação da Independência há 200 anos, relacionada à cidade de São João Marcos.



terça-feira, 19 de abril de 2022

Amigurumi e "Soneto da Proteção" para Santo Expedito




Estou completamente apaixonada por este amigurumi de Santo Expedito, do Atelier Rosa de Ciranda, de Tainara Silva , Diamantina / MG. 😍

Deixo aqui um salve ao dia 19/04.



 

domingo, 17 de abril de 2022

Lançamento do Livro Diário de Um Albanês, de Rodrigo Poeta

 Lançamento do livro Diário de um Albanês, primeiro romance de Rodrigo Poeta. A noite de autógrafos deu-se na Casa de Charitas, Cabo Frio.




quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Publicação no Jornal Letras Santiaguenses / RS - dezembro 2021

Agradeço ao amigo Auri Antônio Sudati e ao Jornal Letras Santiaguenses pela alegria de mais esta publicação. Minha crônica "A viagem" , premiada no Prêmio Mário Quintana - Sisejufe. / RS.




quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Campanha Crônicas da Fome - por Instituto Fome Zero

 Minha crônica "Por um mundo sem fome" será publicada em coletânea com outros escritores, pelo Instituto Fome Zero, um trabalho editorial que trata da fome no período pandêmico. Aqui está o link para saber sobre esta publicação: https://www.catarse.me/cronicas_da_fome_concurso



terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Meu projeto "Declamação de sonetos em vídeos" aprovado no Cultura Presente nas Redes 2

 É com satisfação que recebo a notícia de mais um projeto meu aprovado no âmbito cultural. Agora, o projeto de sonetos declamados em vídeos, pela Secretaria de Cultura do RJ - SECEC-RJ. #CulturaPresenteNasRedes2