quarta-feira, 30 de maio de 2012
RECEBI ONTEM UM COMUNICADO DA ANE - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE ESCRITORES. O MEU CONTO "O ENFEITE" SERÁ PUBLICADO EM MAIS UMA ANTOLOGIA - Ueba!
Mais uma premiação para o CONTO O Enfeite - pelos 50 anos da ANE - Associação Nacional de Escritores de Brasília.
O Enfeite foi anteriormente premiado nos concursos e prêmios literários: Cidade Poesia - ASES Bragança Paulista, Prêmio Barueri de Literatura, Araucária e Amlac (1º lugar Nacional de Contos).
Na próxima postagem, com um pouco mais de tempo, eu publico esse conto aqui :)
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Oba! um poema meu selecionado para o "Cancioneiro Infanto Juvenil para a Língua Portuguesa" do Instituto Piaget
O lançamento da coletânea de poesia com a entrega dos livros será no dia 12 de maio de 2012 no Instituto Piaget, Campus Universitário de Almada, Portugal.
É o 16ª Volume do Instituto para o Cancioneiro Infanto Juvenil.
Estou feliz demais com essa notícia :)
sábado, 14 de abril de 2012
CONFEITARIA
domingo, 8 de janeiro de 2012
Soneto "Cris Dakinis" por Reginaldo Costa Albuquerque

Cris Dakinis
Em sábia brincadeira um deus risonho,
maravilhado lendo o teu anseio,
abriu tua alma inteira para o sonho.
O teu olhar no azul se espalha em cheio...
Com as letras inventaste um ser bisonho,
que ao toque do estro não mais passa alheio
e ecoa nestes versos que componho.
Com ele buscas outros ideais,
novo sentido às coisas deste mundo,
um ramo de sanhaços nos quintais...
Por arte de magia, aplauso em bis:
nasceste Ana e, no mesmo áureo segundo,
sopra velas também, Cris Dakinis.
domingo, 18 de dezembro de 2011
LACUNA por Cris Dakinis

LACUNA
Café amargo,
vidraça descortinada,
jardineira deserta...
Onde
o sabor,
o aconchego,
a flor?
A cama arrumada,
a canção errada,
o espelho sem batom...
Onde
o amor,
a lembrança,
a cor?
Nossa antiga foto,
de carícias, emoldurada,
colhi e poli com esmero...
Onde?
À entrada da casa...
Sentindo desespero...
Sem ti, eu espero...
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
A cor do sonho
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
A escritora Jussára Godinho com os troféus da Academia de Caxias do Sul/ RS/ 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
DESCALÇA por Henriette Effenberger

Quando meus medos me abandonaram,
minha alma descalça pisou cacos de saudade
e meus pés feridos sangraram angústias inúteis.
Foi então que a vida me encontrou.
Devolvi a capa de sonhos,
o par de óculos azuis, os anéis, as alianças,
as luvas que guardaram afagos...
Vencidos os moinhos de vento,
despi a armadura enferrujada,
prendi Rocinante à linha do horizonte
e parti.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Resgate
Menção Honrosa em Poesia no 7º Concurso Literário Mário Quintana/ SINTRAJUFE/RS 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Uma valsa em tom de blues

TOC 140 Fliporto digital - meu Tweetpoema selecionado na segunda etapa: "AOS DISTRAÍDOS!"
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Argila por Raul de Leôni
DO AMAR Por Ruy Villani

Amar, gostar, desejar. Essas coisas se confundem.
Eu prefiro o termo “”bem querer”.
O amar pode implicar em alguma sexualidade implícita.
Daí quando digo que amo meus amigos, posso ser visto por olhares tortos de punks ou skinheads e ser espancado até a morte.
Se te quero bem, a coisa assume uma outra forma retórica. Claro que te amo e portanto, desejo a você todo o bem do mundo.
Amo sim, amigos, amigas do sexo feminino com quem nunca terei nem imaginei intercurso sexual (com algumas sim, mas deixa isso pra lá).
O amar é um querer bem sem regras, sem limites ou limitações. Amar, querer bem é a melhor das lições.
Amar o amigo mala, o chato que te desafia a paciência, o que conhece ciência e nada tem de humanidade, a gente ama à vontade e só sofre quando o amigo chato se vai. Aí sentimos a sua falta.
(Ruy Villani)
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Sonhos de poeta

sábado, 17 de setembro de 2011
UM POEMA EM CADA ÁRVORE / Marcelo Rocha - VEJAM QUE IDEIA MAIS LINDA!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011
ESCRITORA TATIANA ALVES LANÇA LIVROS DE CONTOS NA BIENAL RJ/2011: "SIMULACRUM" e "FESTIM"

Eu fui no lançamento (do SIMULACRUM) e batemos estas foto aí, que não consigo formatar para ficar abaixo da notícia principal!
Vale destacar o belíssimo sarau de poesias com declamação de vários poetas, inclusive Tatiana Alves e o mais que talentoso declamador e ator PRIMITIVO PAES. Foi um enorme prazer conhecê-lo pessoalmente!
CORAÇÃO SEMPRE ABERTO - Por Catarina Maul

Há dois espaços vagos no mundo
Onde somente os que amam se encontram
Mesmo que ainda não se amem, um ao outro...
Mesmo que ainda não se tenham descoberto
quando acontecer do destino acertar
o lugar reservado está pronto, está certo
vago para quem conservar
o coração sempre aberto.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
SINA DE SOLO Por Cris Dakinis
Sossego agora
Sigo-te sempre...
Eu depo
São duas horas...
Engulo em seco a saliva insípida.
Nesta saudade surda,
o sono sobra e assopra só pra mim:
A sua sina!
“Eu assassina?”
Sou somente a sobra dessa ausência.
Ensaio o ciciar:
Do solo
Selando-te
Eu desolada?
Calma, contida; farsa consentida
Da sábia saída soa um nada:
A sete chaves...
São sete palmos...
Às sete horas, a homenagem:
um minuto de silêncio... teu!
Teu silêncio já é eterno...
O meu também.
(*Cris Dakinis - do livro "Aos Distraídos!" / 2010)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Cris Dakinis na TV Vila Imperial, canal 19 / Petrópolis - Programa BEM CULTURAL em 28/07/11

Dia 28/07/2011, o Programa Bem Cultural da TV Vila Imperial, canal 19, de Petrópolis, recebeu os poetas vencedores dos concursos de poesia do Centenário do Clube Petropolitano e da Bauernfest, Cris Dakinis (São Pedro de Aldeia) e Lasana Lukata (São João do Meriti).
NA ENTREVISTA, MENCIONEI O GRUPO DE MODERADORES DA COMUNIDADE LITERÁRIA DO ORKUT: CONCURSOS LITERÁRIOS E O TRABALHO QUE TODOS NÓS TODOS COMPARTILHAMOS ALI, INCLUINDO O BLOG DE RODRIGO DOMIT.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
PORQUE ESCREVO... por Catarina Maul

PORQUE ESCREVO...
Não escrevo para ilustrar desejos
ou criar metáforas,
tampouco escrevo para expor a alma,
vontades secretas, riso, calma.
Não escrevo para acordar os sonhos,
limitar quereres
ou rimar sorrisos.
Até porque, mortal, desejo o paraíso.
Não escrevo para promover abismos,
traduzir tristezas,
completar loucuras, destinos,
nem mesmo quero colher desatinos.
Escrevo porque sou poeta
e da caneta escorre
o sangue da emoção.
Escrevo porque a pena pede
o desenhar corrido,
o verso expresso da ilusão.
Escrevo porque a vida quer
o sonho, o amor, a pausa,
implora-me o verso,
o choro breve,
o riso largo,
todo o mar de cor imerso.
Escrevo porque falo assim,
sinto palavras, sonho letra
vivo a força do vocábulo.
Escrevo porque sou poeta
e se não gritar em versos
surto, morro... calo!
* Catarina Maul












