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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sonhos de poeta




















Nas linhas de minha mão
Não há segredo
Só enredo
Também não há mistério
Elas são bem fofoqueiras, isto sim!
Minhas linhas são exibidas...
Revelam disto, daquilo e daquele
Leituras várias:
Prós e contrárias
É em versos que me vêm as linhas da mão!
Chegam transportados por caladas sensações
Pegam caronas com contornáveis alucinações
E palmilham as lacunas de minha digitação
Minhas linhas desenham afeto!
Versam de pranto e riso; fato e fantasia
Delatam dúvida e certeza; paz e agonia
São linhas de indefinido trajeto
As linhas de minha vão longe...
Ponto de partida sem meta
As linhas de minha mão...

Registram sonhos de poeta!

(* Cris Dakinis, livro: "Aos Distraídos!")