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terça-feira, 20 de setembro de 2011

SONHOS DE POETA Por Cris Dakinis


















SONHOS DE POETA


Nas linhas de minha mão

Não há segredo

Só enredo

Também não há mistério

Elas são bem fofoqueiras, isto sim!

Minhas linhas são exibidas...

Revelam disto, daquilo e daquele

Leituras várias:

Prós e contrárias

É em versos que me vêm as linhas da mão!

Chegam transportados por caladas sensações

Pegam caronas com contornáveis alucinações

E palmilham as lacunas de minha digitação

Minhas linhas desenham afeto!

Versam de pranto e riso; fato e fantasia

Delatam dúvida e certeza; paz e agonia

São linhas de indefinido trajeto

As linhas de minha vão longe...

Ponto de partida sem meta

As linhas de minha mão...

Registram sonhos de poeta!

(* Cris Dakinis, livro: "Aos Distraídos!")