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sábado, 14 de abril de 2012

CONFEITARIA por Cris Dakinis












CONFEITARIA


Quando um poeta escreve no papel

versos de amor que adoçam a poesia

convida amantes a uma fantasia

pra ler delícias que nem pão-de-mel !


Decerto a musa ganha flor e anel ...

Se é nobre o amor, a joia é de valia,

se o afeto é pouco, acaba a euforia:

e o falso açúcar tem sabor de fel ...


Neste recheio há dores; há espinhos ...

Abraça o amor com beijos e carinhos

de bombons caros e maçã-do-amor ...


E este lirismo, versos de confeito,

é percebido num mais-que-perfeito

amor colhido por um beija-flor !

(3º Lugar no Concurso Poesiarte 2011, 2º Lugar no Concurso de Poesia do Centenário do Petropolitano 2011, Menção Honrosa no Expresso das letras da ALAPOA/RS 2012 e 2º Lugar no Prêmio Araucária / Campos do Jordão/SP 2012))

* Cris Dakinis

4 comentários:

Elias Araujo disse...

Cris, você escreveu o poema perfeito para mim: Eu sou louco por açúcar! Se eu fosse diabético, já teria morrido. Mas seu poema não tem contraindicações. Eu, como poeta, indico para todos os tipos de tratamento sentimental.

Cris Dakinis disse...

Rsss... Que butininhoooo!
Obrigada meu Amigo Elias! Acho que nós curtimos uma tietagem recíproca :)

Edgley disse...

Concordo com o Elias, este poema é uma confeitaria, mesmo!
E nenhum verso é melhor do que o soneto quando se quer falar de doces e amor. Beleza de soneto, Cris, não foi premiado à-toa.

Cris Dakinis disse...

Obrigada, meu Doce!